Alan
Espero na sala da casa de Maia, com o ódio bombeando em minhas veias. Quando Caio aparece, estende a mão para me cumprimentar com educação. Em seguida, faz um gesto para que eu o siga.
Ando pelo corredor atrás dele e, assim que entramos em seu escritório, ele fecha a porta atrás de mim. Caio se senta e aponta para a cadeira à sua frente.
O macho ainda está visivelmente pálido, e seu andar demonstra que não se recuperou completamente.
— Como vai sua recuperação, Caio?
— Bem, dentro do p