Dante
Escuto o som desesperado da sua voz e só então vejo o estrago que fiz. Ofegante, eu me afasto e observo o homem desacordado. — Você está bem? — questiono sem desviar os meus olhos dele. O seu toque me faz acordar e uma calmaria começa a dominar o animal enfurecido em mim.
— Ei, eu estou bem! — Ela afirma suavemente e eu assinto, observando o quanto está trêmula. Não, ela não está bem. Penso. — Você pode... pode me tirar daqui, por favor?
— Vem comigo! — O que há de errado comigo? Penso