Como se o universo estivesse espelhando meu estado emocional.
Corri para a porta da frente.
A abri bruscamente.
— Sebastian!
Ele estava parado na sala.
De costas para mim.
Olhando pela janela.
Quando me ouviu entrar, não se virou.
— Sebastian — disse eu, respirando pesadamente. — Precisamos conversar. Não entendo o que...
— Não há nada para conversar — disse ele sem se virar. — Eu já disse tudo pelo telefone.
Caminhei até ficar atrás dele.
Mantendo alguma distância.
A chuva batia nas janelas.
C