Havia algo ali que poderia ser dor, mas também determinação absoluta e inabalável.
— Posso — disse eu, minha voz mal audível, quebrada.
— Bem.
Sebastian terminou seu whisky de uma vez só e colocou o copo pesadamente na mesa.
— Vou dormir — anunciou ele friamente. — Amanhã é outro dia, e precisamos voltar à normalidade. Ao profissionalismo.
Normalidade.
Como se alguma coisa sobre nossa situação impossível fosse remotamente normal.
Depois que ouvi a porta do quarto dele se fechar com um clique fin