— Dália... — Leonardo murmurou o nome como um sopro de agonia ao ouvir aquele tiro seguido do grito, e rapidamente se moveu em direção ao galpão, ignorando o perigo.
— Atirem! — Paolo ordenou com uma frieza que gelou o sangue de Leonardo.
Imediatamente, os homens de Paolo começaram a disparar, iniciando uma chuva de tiros ensurdecedora contra a estrutura de metal.
Afonso, agindo por instinto, agarrou Leonardo e o puxou para trás dos carros blindados. Os homens de Paolo fizeram o mesmo, criando