— Então deixa ele tentar. — Disse Darren, e desta vez não soou como um rosnado, mas como um voto. Afiado. Firme. Como aço puxado no escuro.
Ele se inclinou até que a respiração dele arrastasse fogo ao longo do meu pescoço.
— Porque agora você quer fingir que me odeia. Quer me arranhar. Quer abrir essa boca esperta. — Murmurou. — Mas eu sinto o cheiro disso em você inteira, gatinha. Você não quer que eu pare.
— Abre agora, Lyra! — Rugiu Darren. — Faz isso antes que eu perca o pouco de controle qu