~Lyra~
Sangue. Meus filhotes.
A visão girou, como se o mundo inteiro tivesse inclinado, e eu já não sabia se estava de pé ou caindo. Meus bebês. Pela Deusa, meus bebês.
As palavras se repetiam sem parar dentro do crânio, como pregos sendo martelados uma e outra vez. Ele queria que eu implorasse. Queria que eu me despedaçasse.
— Cala a boca, Lyra — Rosnou ele. — Você vai fazer o que eu mandar. Vai andar. Vai obedecer. Ou eu deixo você sangrar até morrer bem aqui, enquanto assisto.
Algo dentro de