Gente. Gente.
Esse homem se virou tão devagar que parecia cena de filme de terror. Os olhos dele estavam em chamas. O maxilar travado. E a voz desceu numa oitava tão profunda que eu senti no meu osso pélvico.
— Não, gatinha.
Eu pisquei.
— O quê?
— Você não vai pra escola.
Eu ri. Tipo, ri de verdade. Porque achei que ele tava brincando.
— Damon, eu tô grávida, não morta. Tenho prova chegando.
Ele colocou o espresso na mesa. Veio andando até mim feito uma pantera, todo calmo e ameaçador.
— Você tá