No começo, aquilo nem fazia sentido.
Gemidos.
Não gemidos de dor. Não gemidos de alguém morrendo. Alguém estava transando.
— Porra! Isso! — A voz masculina explodiu no ar.
Depois veio outro som. Agudo, sem fôlego. E então a voz dele de novo, mais alta desta vez.
— Porra, eu amo essa boceta!
Meus olhos se abriram de uma vez, tão rápido que a visão tombou de lado. Por um segundo, eu achei que estava sonhando de novo. Porque não. Não tinha como. Aquilo não podia ser real.
Tudo ao redor estava escur