Eu lambi os meus próprios dedos.
Gemendo ao redor deles.
E sorri como a pequena insolente profana que eu nasci para ser.
— Estou tão molhada que chega a ser humilhante — Disse eu. — Meu corpo está literalmente vazando porque eu quero você demais. Eu não consigo dormir. Não consigo pensar. Não consigo respirar. Eu preciso do seu pau na minha boca. Preciso sentir o gosto. Quero chupar até a minha mandíbula doer e os meus olhos encherem de lágrimas enquanto você segura o meu cabelo e diz aí mesmo,