— Você tá delirando — Ela rosnou, a voz trêmula de puro desprezo. — Você é uma porra de uma Ômega no cio, e deixou isso destruir o seu cérebro.
— Não — Rebati. — Eu deixei isso me libertar.
Me aproximei até ficar bem diante dela. O meu corpo tremia. As minhas bochechas queimavam. A minha boceta estava encharcada. O meu coração batia tão forte que parecia pulsar na minha garganta. E eu não ligava se era cruel. Não ligava se ia fazer ela chorar. Não ligava se acabaria conosco de vez.
Eu queria que