A liberdade de Camille durou menos de vinte e quatro horas. Não porque tivesse sido revogada pelo tribunal, nem porque tivesse descumprido qualquer uma das condições impostas. Durou pouco porque, na manhã seguinte à audiência, a realidade finalmente a alcançou de uma forma que nenhum juiz poderia suavizar. A prisão havia sido pública. O escândalo havia circulado. E o mercado, ao contrário da Justiça, não precisava esperar provas definitivas para reagir.
Ela chegou à própria empresa tentando s