Dois dias depois da prisão de Camille, a investigação já não estava concentrada apenas em depoimentos e suposições. A ordem judicial para análise do celular havia sido concedida com rapidez, e agora o aparelho que ela segurara com tanta segurança durante meses estava desmontado, decifrado e exposto diante de técnicos que tratavam cada byte como evidência potencial. O que antes eram conversas privadas, impulsos emocionais e desabafos estratégicos, tornava-se material frio, organizado em relatóri