Mundo de ficçãoIniciar sessãoPOV: Massimo
O motor da van blindada roncava baixo, um som rítmico e abafado que cortava a névoa densa da madrugada enquanto deixávamos os limites de Pavia para trás. O banco de couro sob o meu corpo parecia rígido, refletindo a tensão que ainda dominava cada músculo do meu pescoço. Olhei pela janela de vidro escuro, observando as silhuetas dos campos de oliveiras sumirem gradativamente na escuridão, substituídas pelos contornos cinzentos da rodovia secundária que nos levaria






