Cristina Parker entrou em sua sala com um sorriso que faria um tubarão nadar em direção oposta. Ela não apenas estava feliz; ela estava inspirada. Para Cristina, o Direito sempre fora uma arte, mas o que ela estava prestes a fazer com Maísa Brooklin era puro artesanato. Ela se sentou à sua mesa de carvalho, abriu o sistema da empresa e começou a digitar com uma velocidade frenética. O som das teclas ecoava como uma marcha de guerra — ou, no caso dela, como a trilha sonora de uma comédia pastelã