O sol da manhã entrava pelas janelas do escritório de Cristina Parker, refletindo-se nas prateleiras de vidro repletas de códigos civis e troféus de vitórias judiciais. Mas o brilho do dia foi subitamente interrompido por um oficial de justiça que, com a indiferença típica da profissão, entregou-lhe um envelope pardo. Cristina, que já imaginava o que viria dali, não demonstrou surpresa, mas seus olhos brilharam com aquela chama competitiva que a tornava a advogada mais temida de Nova York.
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