— De jeito nenhum, Caterina!
Minha mãe levantou-se bruscamente do sofá, a xícara de chá tilintando ao bater na mesa.
— Ele te feriu desse jeito e você vai simplesmente deixá-lo sair impune? Eu não vou permitir.
— Mãe, por favor, apenas me ouça. — Pedi, pousando minha xícara e levantando-me para encará-la. — Eu tenho seis anos da minha vida investidos naquela empresa. Cada projeto que desenhei, cada planta que tracei… tudo ainda está lá.
— Se você destruí-la, estará destruindo também o meu tra