Pietro Cavallini
— Dois meses depois —
Dois meses.
Dois meses que eu tô oficialmente namorando a mulher mais desbocada, desastrada e deliciosa que esse mundo já viu.
Dois meses de xingamentos, tapas, mordidas, orgasmos e discussões sobre quem vai lavar a louça — e sempre sou eu.
Porque ela tem uma habilidade sobrenatural de desaparecer misteriosamente assim que o jantar termina. E quando volta? Tá com o cabelo preso, uma taça de vinho na mão e um argumento pronto que me faz rir, transar com el