"Carter," eu murmuro, o nome saindo como uma ameaça. Meu olhar ainda está fixo em Alex, mas meu corpo se tensiona com a interrupção. "Não tente evitar isso." Meu tom é sombrio, um aviso frio.
Ele sabe o que eu sou capaz de fazer. Sabe que, se tentar me impedir, pode ser a merda do próximo.
"Ele já é um cachorro morto," Carter responde, a voz cheia de desdém. Há algo em suas palavras, no tom casual com que as diz, que me faz hesitar por um segundo. Apenas um segundo.
"Carter," eu aviso novament