Estaciono o carro na garagem, o motor já em silêncio, mas a escuridão ali dentro parece mais densa, mais opressiva, à medida que fico alguns segundos apenas encarando aquele vazio.
Não sinto raiva de Alex, nem frustração.
Sinto, apenas, o peso do vazio. Se eu soubesse, se eu tivesse ao menos desconfiado que Blair estava viva todo esse tempo, eu não teria me perdido nesse abismo de álcool e drogas. Eu teria lutado contra a tormenta que me consumiu, tomado decisões diferentes. Mas, como sempre,