E é nesse momento que o chão sob meus pés parece desabar, porque ele não para ali. Ele continua, e cada palavra é uma lâmina fina, cortando tudo o que tentei ignorar, tudo o que tentei enterrar.
“E eu precisava explicar, Blair,” ele diz, e seus dedos, quase com urgência desesperada, acariciam meu rosto. O toque é gentil, quase suave demais, como se ele tivesse medo de quebrar o que sobrou entre nós. “Não era eu naquele carro.” Sua voz é baixa, quase um sussurro, mas é o suficiente para me fazer