Ele respira fundo, e sua expressão endurece, mas seus olhos revelam um arrependimento que eu nunca vi antes. "Não há perdão para o que você fez, Banks", ele diz, sua voz baixa, mas firme.
Meu peito parece estar queimando de dentro para fora, uma agonia surda que me sufoca. Eu quero gritar. Eu quero rugir e fazer o mundo sentir o que estou sentindo, mas tudo o que posso fazer é chorar. Um choro pesado e silencioso que se derrama no espaço entre nós como um abismo crescente.
Então ele diz isso. A