NÃO ACEITA PERDER
Isaac Norwood permanecia em pé diante da ampla janela de seu escritório, com a cidade se estendendo abaixo como um tabuleiro de xadrez que ele acreditava controlar há décadas.
— Os prédios brilhavam sob a luz da tarde, mas para ele, nada daquele cenário era belo — apenas um símbolo de poder, influência, contratos e alianças que ele havia costurado meticulosamente ao longo dos anos.
Para muitos, a vista era uma obra-prima urbana, mas, para Isaac, era um campo de batalha, o