— E agora? — Anthony perguntou.
Eles estavam no quarto de hóspedes, o bebê deitado, olhando para os dois e sorrindo, alheio à tensão.
— E-eu não sei. — Layla respondeu. — Eu não estou acreditando nisso, Anthony.
Ela ainda parecia descrente de que aquilo realmente estava acontecendo.
— Nem eu. — ele respondeu, sério. — Devemos comunicar a polícia?
— Ainda não. Não sabemos o que tem na carta. — ela disse, com o semblante preocupado.
O bebê fez um barulho com a boca e virou o pequeno