Eu trouxe Louis para casa para salvá-lo dos homens de Silvério e cuidar dos ferimentos que ele levou protegendo meu filho, mas o desejo que explodia entre nossos corpos suados e os passos perigosos se aproximando da porta me colocavam numa armadilha de luxúria e morte da qual eu não sabia se queria escapar.
Eu não pensei duas vezes. Depois que o médico da clínica clandestina estabilizou Louis, eu o trouxe para o meu barraco. Não podia deixar ele sozinho no quartinho alugado, vulnerável, com o o