Carolina Alcântara
Droga!
Não esperava que o Bruno fosse surgir do nada aqui em casa. Vem o meu saco de músculos querendo ser autoritário, exigindo que faça alivie os seus medos.
Como posso fazer isso se eu mesmo posso ser morta pelo processo. Penso enquanto o observo saindo do quarto.
Sento na borda da cama e tento me acalmar depois de ser praticamente acordada no meu melhor do sono. Não me arrependo em deixar que ele me visse nua, já que meu corpo não é segredo algum para Bruno.
Mas quand