Nas profundezas escuras e opressivas do castelo de Luminária, Herlon mantinha o celular em suas mãos, um brilho maligno em seus olhos. Severus, Hércules e Valesca observavam, suas esperanças renovadas e seus temores amplificados. Eles sabiam que a chave para sua possível salvação estava naquela pequena peça de tecnologia, mas Herlon, em sua curiosidade perversa, não tinha intenção de deixá-lo de lado.
Herlon, fascinado pelo dispositivo que não compreendia totalmente, virou-se para Valesca, um s