Camille,
Quando Lorenzo saiu do porão, o ar pareceu ficar mais leve, mas o medo e a dor ainda me esmagavam por dentro. Meu corpo estava em frangalhos, cada golpe que ele havia desferido contra minha pele havia deixado marcas profundas, não apenas fisicamente, mas mentalmente. Eu estava quebrada, embora ainda não completamente. Ele queria minha confissão, queria que eu dissesse algo que eu não tinha para dar.
A dor física era intensa, como um fogo que queimava cada parte do meu corpo, mas o que