Horas se arrastavam desde que entramos na floresta. Eu já não sabia o que era pior: o estranho silêncio, o mau cheiro ou ter que passar entre inúmeros esqueletos presos nos galhos secos das árvores como se fossem enfeites.
— Vejam! Tem alguma coisa ali. — Disse Felipe.
Corremos até pararmos ao alto de um morro. Ao olharmos para baixo, deparamo-nos com as ruas do reino, abandonadas, escuras e cobertas por uma fumaça esbranquiçada.
— Vamos ter que descer. — disse Lucian. — Tomem cuidado onde pisam