DAVINA
Eu estava prestes a explodir. De novo. Mas, sério, quem poderia me culpar? Eu tinha acabado de escapar das garras de um sociopata, minha cabeça ainda latejava com os resquícios da adrenalina, e agora Timmy estava ali, de braços cruzados, cara fechada e a expressão de quem não ia ceder um centímetro.
— Davina, você não vai a lugar nenhum.
Seu tom era calmo, firme, e irritantemente seguro de si. Meu sangue ferveu.
— Timmy, querido, devo lembrar que sou uma mulher livre? Eu sinto que algo ac