Agarro a cintura dela com uma força que beira a possessão e a viro pressionando meu peito nas suas costas até que ela sinta o contraste entre o frio da parede e seu corpo pegando fogo.
Inclino meu rosto, aspirando o perfume da sua nuca, e deixo meus lábios roçarem a parte sensível atrás da orelha dela antes de descer para o seu ombro, onde mordo com uma vontade que beira a marcação de território.
“Você disse que mal pode esperar…” sussurro, sentindo o calor que emana dela inundar meus sentidos.