Cap 41. Eu não posso te perder.
Sentada numa cela fria, estava Alexia, encolhida.
— Alexia, visita!— Uma mulher com o rosto serio fala tirando a jovem com o semblante abatido dos seus torturantes pensamentos.— Anda, que é por pouco tempo.
— Ok, obrigada.
Alexia caminha como se estivesse pisando em cacos de vidros, tudo dentro dela doi. Ela estava com medo das mulheres que a encarava e gritavam palavras que a feriram amargamente.
Ao chegar na sala de visitas, ela se depara com Benício, seu rosto cansado pela noite não dormida,