Na manhã seguinte ao leilão, acordei com a sensação irritante de que não havia descansado absolutamente nada. E a culpa era inteiramente de Lion Volkov.
Passei metade da madrugada lembrando do corredor escuro, da forma como ele havia me olhado e, principalmente, da maneira absurdamente possessiva com que disse que se importava com o jeito que os outros homens olhavam para mim.
Aquilo não deveria mexer comigo.
Mas mexeu.
Muito mais do que eu gostaria de admitir.
Talvez porque Lion fosse o t