Acordei… do quê?
O som dos monitores era o único ruído na sala, o bip constante marcando o passar do tempo. A luz suave e fria do amanhecer entrava pelas cortinas, dando ao ambiente um brilho pálido e quase sobrenatural. As máquinas mantinham um ritmo monótono, quase hipnótico, monitorando cada batida, cada respiração. Mas naquele momento, algo mudou.
Os dedos de Serguey, que estavam inertes há meses, se contraíram levemente. Um tremor quase imperceptível percorreu sua mão. Os médicos haviam ac