Meus dedos estavam entrelaçados firmemente aos de
Isabelle, enquanto caminhávamos. Tínhamos acabado de saltar do
carro, passando pelos jornalistas ávidos, que gritavam meu nome
como se eu fosse um rock star.
Apesar dos seguranças que nos cercavam, eu ainda me
sentia protetor em relação a Isabelle. Ela era nova naquele mundo
caótico, e a última coisa que eu queria era assustá-la. Para os
abutres que nos perseguiam, era um prato cheio, porque, por
inexperiência, poderia dizer alguma coisa comprom