Melissa havia arranjado uma casa para Zara que realmente ficava muito perto do hospital, mas o imóvel era antigo. Enquanto esperava o elevador, Zara podia ouvir o rangido metálico vindo de dentro, como se o equipamento estivesse prestes a desabar.
Ela já havia limpado o sangue que escorria por sua perna, mas, sem o disfarce do vermelho, o corte agora parecia ainda mais assustador. Era como um rosto sem olhos, sem nariz, reduzido apenas a uma boca aberta, rasgada.
Quando o elevador finalmente