O chalé ficou em silêncio depois que Aurora terminou de ler a última carta.
Gustavo caminhou lentamente até a varanda.
O vento da tarde balançava as hortênsias plantadas ao redor da casa. Ele sorriu ao lembrar de Maytê, anos atrás, parada exatamente naquele lugar, segurando uma travessa com bolo de fubá e tentando esconder o nervosismo.
— Está pensando na mamãe? — perguntou, se aproximando.
— Sempre que ela aparece nas lembranças, tudo fica mais leve. — ele sorriu
Os dois voltaram para a sala,