AVA THOMPSON
Desde o acidente, voltei a dormir no quarto que ocupava antes. Me levanto e meus olhos circulam por todo lugar e se detêm na mala que está em cima da cama. Desvio o olhar e, com passadas trêmulas, caminho até o criado-mudo. Meu olhar fica direcionado para a minha mão esquerda, mais precisamente para o meu dedo anelar, que ostenta a joia mais preciosa que já havia ganhado. O anel que ainda está no meu dedo, embora seja algo muito caro, tem um significado ainda maior, pois foi parte