Capítulo Cento e Oito — Meu Irmão, Meu Amigo...
Diana Cross
Depois que meu irmão Leonardo me resgatou daquela situação aterradora e constrangedora no meio da rua, seguimos direto para o meu prédio.
O silêncio sepulcral dentro do carro era sufocante, cortado apenas pelo ritmo acelerado da sua respiração descontrolada ao volante.
Leonardo estava visivelmente perturbado, com o maxilar travado e as mãos apertando a direção com tanta força que os nós dos seus dedos estavam brancos.
Eu me perguntava o que teria acontecido para trazê-lo até ali