Pedir desculpas por toda a minha covardia era o mínimo que eu podia fazer, eu finalmente entendi que eu não era o único que estava sofrendo com toda aquela situação, a Ana também estava, no entanto ela estava se mantendo forte, e eu precisava me manter também.
— Me perdoa Ana.
Ela me abraçou mais forte, e ficou um bom tempo assim até que eu estivesse completamente calmo.
Nós dois nos olhamos, e eu queria contar sobre o pai dela, mas pelo o que entendi, aquele não era o momento pra revelar nada.