A familiaridade daqueles braços, embora eu nunca os tenha visto, me deixa sem entender o que estou sentindo ali, mas sinto-me acolhida, querida; tem amor naquele abraço. Retribuo com vontade e acaricio o ombro do rapaz. Sinto que ele gostou do toque, mas também percebo algo em seu ombro; parece estar machucado, mas a roupa encobre. Disfarcei e aproveitei aquela sensação que estava sentindo no momento.
Aos poucos, vamos nos afastando, mas não paro de olhar para aquele rapaz, tão jovem, tão boni