— Kara, vem... a casa é só nossa...
Desço do carro e, ao subir os primeiros degraus, Andrew me pega no colo e, sorrindo, diz:
— Segundo a tradição, tenho que levar a minha esposa nos braços ao adentrar a nossa casa.
Ele sobe a pequena escada e entra na casa comigo no colo. Não vou negar que achei fofo esse gesto. Andrew tem me surpreendido a cada dia, mostrando um lado carinhoso que eu mal conhecia.
— Como assim, Andrew? A casa é só nossa? E o seu pai?
— Ele ficará em outra casa. É nossa lua de