Quando a ideia de levar Emy para conhecer minha casa e nosso futuro lar dentro da fortaleza surgiu em minha mente, não imaginei que a diabinha aceitaria com segundas intenções. Ela deixou isso claro ainda enquanto eu pilotava a moto, suas mãos deslizando pelo meu corpo com uma ousadia que me fez soltar um gemido baixo e involuntário. A brisa da noite batia em nosso rosto, misturada ao cheiro de gasolina e ao calor do motor entre nossas pernas. Suas unhas arranhavam levemente minha camisa, e eu