Cillian
Diante do espelho, eu fazia caprichosamente o nó na gravata borboleta, quando alguém bateu na porta. Caminhei até ela, acreditando que fosse Sheryl, mas ao abri-la, lá estava um funcionário do hotel.
— Boa noite, senhor Ballard. Isso foi deixado na recepção para o senhor.
Estendeu-me uma sacola preta, lustrosa, sem nenhum logo aparente. Ela estava fechada com uma fita de cetim branca, em um laço grande e bem-feito. Apanhei-a e agradeci a ele, fechando a porta após dá-lo cinco dólares