Trancada no banheiro, eu tremia descontroladamente. Alguns segundos depois, Afrodite bateu à porta. Eu sabia que era ela, porque Clemente sempre ia embora mais cedo e me deixava responsável por fechar o estabelecimento. Eu me sentia desconfortável nessa posição, sozinha em Nova Iorque, às três da madrugada, com as portas abertas. Qualquer marginal poderia entrar e me fazer um grande mal.
Enquanto ela chamava pelo meu nome, eu permaneci em silêncio. Engoli o choro e todo o medo que eu sentia e