ISABELA
Quando voltei para casa, paguei a neta da vizinha por ter ficado de olho em Nicolas e ao ficar sozinha com meu filho, abracei-o apertado, aproveitando os últimos dias em que ele é só meu. Ele reclamou, como todo menino da idade dele.
— Me solta, mamãe.
— Não era você que estava querendo que eu voltasse para casa logo, hein?
— Sim, mas não era para ficar me apertando.
— Tudo bem. Eu não vou mais te apertar.
Afrouxei o abraço e ele se desvencilhou, voltando a brincar com seu bonequinhos s