EDILENA NARRANDO:
Ele mordiscou o lóbulo da minha orelha, apertando minha cintura contra ele. O calor do contato me deixou sem ar por um segundo. Meu corpo reagia a ele de um jeito que eu não conseguia controlar. Mas eu não podia me perder no momento. Tinha que agir.
Por impulso, me virei, ficando de frente para ele. Levantei o rosto para encarar aqueles olhos verdes intensos. Minha mão subiu devagar pelo seu peitoral, sentindo os músculos sob a camisa.
— Dessa vez… eu queria fazer diferente.
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