ISABELLA
A entrada do condomínio me engole com lembranças amargas. “Isabella, não deixe que o medo te paralise.” Ouço a voz da minha terapeuta ecoando na mente, como um mantra. Sinto Viktor apertar minha mão, transmitindo força silenciosamente. Olho para ele,meu marido, meu porto seguro. Me observa como se pudesse enxergar até minha alma. Sei que, se dependesse dele, ainda estaríamos em Nova York. Mas não podemos fugir para sempre.
Temos deveres. Responsabilidades com nossa família... e com a m