O jantar corre bem, me divirto com Adônis, que é bem engraçado e gentil. Ele começa a falar sobre o acidente.
— Agora, falando sério, Emanuele, não precisa pagar o conserto do carro — diz de repente.
— Está louco? É claro que vou pagar, meu cunhado vai me ajudar com a seguradora e vai dar tudo certo — estou torcendo para isso.
— Ok, mas se por acaso der algum problema no processo, não precisa, foi apenas um pequeno amassado na lataria — sua despreocupação me dá uma crise de risos.
— Um pequeno