Ciro Hartley apareceu no meu escritório numa segunda-feira de manhã, sem hora marcada, sem aviso prévio.
A recepcionista, uma jovem chamada Beatrice que aprendeu nos primeiros três meses de trabalho que eu não recebia visitas sem marcação, ligou para o escritório com um tom levemente perturbado: "Há um senhor aqui que diz que é amigo seu. Não quis dar o nome."
Soube antes de perguntar. Há apenas um tipo de pessoa que aparece sem nome.
— Mande entrar — disse.
Ciro Hartley era o tipo de homem